Uma obra de misericórdia
Lembro-me de uma pessoa muito perto de mim, que uma vez disse “rezar já é fazer alguma coisa”.
Evidentemente, para quem acredita – e pratica verdadeiramente a sua fé – a questão da confiança em Deus é algo sobrenatural e autêntica.
Mas o rezar, sem uma necessária ação, pode acabar sendo uma postura passiva e de falta com a realidade. O que pode me levar, inclusive, a ter déficits, faltas, em meus deveres de estado.
É claro, rezar já é fazer alguma coisa. Não podemos negar isso. Mas rezar frente às possibilidades daquilo que eu posso fazer. Aqui me recordo aquela frase atribuída à Santo Inácio de Loyola: “Reze como se tudo dependesse de Deus, e trabalhe como se tudo dependesse de Deus”.
Então, nos deparamos com a oração como o princípio que antecede possíveis ações, ou se não tenho possibilidades, frente a suportar dificuldades, para desenvolver virtudes, como ter paciência nas esperas, para que não sejam sem sentido ou infrutíferas.
Por hoje é tudo, meus caros.
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