“Preciso parar de fumar. Mas quem eu conheço que parou de fumar engordou bastante”. Esta é um frase que ouvi há poucos dias.
Se colocássemos na balança poderíamos pensar ser muito vantajoso parar de fumar. O coração e os pulmões estariam em ordem, limpos e sem riscos de complicações variadas.
Ok. Pensemos que inicialmente pode haver efeitos colaterais (indesejados). Mas para isso também se poderia pensar estratégias. Mas se nada é feito, se mantém um status quo, um estado atual, sem grandes complicações, uma silenciosa estagnação.
O fato é que mudar causa desconforto.
Por sua vez, manter-se em um estado atual, de comorbidade, de maus hábitos… é também um sofrimento, um desconforto.
Portanto, temos o dilema de uma escolha. E esta escolha é diária. É quase como que um PHN (Por hoje não), na sua forma positiva, PHS (por hoje sim). É o que defendo.
Então, cabe elencar quais as melhorias que desejo e “sofrer” por uma melhoria que valha a pena. Como dizia o poeta português: “Tudo vale a pena se a alma não é pequena”.
Por hoje é isso.
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