Uma luz que nos visita e ilumina.
É fato que a luz brilha nas trevas, e ninguém coloca um candeeiro debaixo da cama…
Muita coisa sobre vergonha e um medo exagerado de exposição pode ser “iluminada” pela luz. Joga-se luz ao falar da vergonha, ao mesmo tempo que ela se dissipa como as sombras.
No intuito de ser autêntico e aceito, muitas pessoas podem migrar para o extremo oposto e se “encaixar” em grupos e locais em que a “verdadeira” autenticidade pode ir se mitigando gradualmente.
A verdade é que não devemos viver em função dos fracassos e altíssimas expectativas que são postas em nós como um fardo. Se a vergonha é o medo de perder vínculos – e isso é muito considerável e sempre possível – o que se acompanha é o medo de perder o amor e aceitação das pessoas.
Vínculos podem vir e ir embora, mas na verdade, um verdadeiro amor é algo que nos ajuda a sermos autênticos, ao mesmo tempo que sermos autênticos nos impulsiona para um verdadeiro amor, nos tornando, de fato, reais, capazes de amar, com um afetividade madura. Não obstante, a imperfeição de cada um, amando podemos ferir, e sermos feridos. Mas a decisão diária é o combustível disso.
Pretendo falar mais a respeito disso…
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