Sobre a vulnerabilidade e o estar na defensiva

Um arsenal que proporciona um ataque, pois como dizem, é sempre a melhor defesa.

 

Brown, nos aponta que, a fim de evitarmos uma vulnerabilidade constante, criamos e mantemos algumas estratégias para impedir o contato autêntico consigo e com osoutros. Vejamos a respeito deste arsenal que pode nos barrar o crescimento.

Há uma certa ilusão de segurança quanto a proteger a todo custo a vulnerabilidade, mas também um sufocamento inaudível. É também uma ironia de ocultarmo-nos, mas ao mesmo tempo apreciar quem consegue se expressar de forma autêntica. Não estou aqui falando exatamente dos excessos.

Estou dizendo de pessoas que vestem uma carapuça, uma máscara, ou possuem um repertório – um arsenal – até mesmo para pessoas mais próximas. Assim, não conseguem ser inteiras, ser pessoas de verdade. São pessoas que temem a verdadeira imagem de si mesmas e o compartilhamento com outras. Meu Deus, que fardo é esse?

É claro que – como as roupas que vestimos, cada uma com suas particularidades – há elementos universais e também outros específicos nesse quesito. Vamos explorar isso com calma, mas sem nos esquecer dos detalhes pertinentes sobre.

Por hoje, basta nos perguntarmos:


1- De que forma nos protegemos da vida?


2- Como a nossa história nos fez chegar onde estamos e por que (possivelmente) teríamos alguns bloqueios, ou máscaras?

3- O que nos faria abrir mão das máscaras? Haveria benefício(s)?

 

Convido você a pensar e escrever. As coisas podem ser diferentes.
Continuamos em breve.


Por hoje isso é tudo.

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