Me propus a escrever sobre virtudes a partir de um itinerário. Qual seria ele? Abordar a alma humana como racional e espiritual. E dizer que possuímos um temperamento, que caminhamos para a maturidade afetiva e espiritual (isto é, a santidade). Para isso, o meio de campo, os ingredientes, o material, para uma vida madura são as virtudes.
O propósito de ter escrito, mas de dez páginas em meu diário, de forma espontânea, mas ao mesmo tempo ser querer esgotar o assunto ou abordar com demasiada profundidade foi preparar o que dizer para uma live (você pode acessá-la neste link).
Como disse, o meu escrito rendeu mais de dez páginas (!). Por isso, vou sintetizar o conteúdo de acordo com o título deste texto.
Querer ser virtuoso é um ato de liberdade.
Querer ser virtuoso é um ato de liberdade. Nada menos do que isso. Mas assim como aderiamos à fé pelos ouvidos, as pessoas também precisam ouvir sobre as virtudes. Para que, se interessadas, as desejem; para que as desejando, busquem conhecer, e conhecendo as viva.
Não de uma vez, ou como dizemos, “para ontem”. Mas com constância para buscar em um árduo trabalho a esperança de gratificação que se torna uma realização, e uma realização humana.
Por hoje isso é tudo.
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