Confesso que estou cada vez mais amigo de São Josemaria Escrivá. Não dá para esconder. Tudo bem, ou melhor, que ótimo, né?! Esta frase é dele e está presente em um dos pontos de sua obra Caminho.
Hoje quero comentar duas coisas que se relacionam acerca das dificuldades. Uma é de um padrinho e outra a de um sacerdote.
“Quando pedimos a Deus uma virtude, Ele nos concede as circunstâncias para exercitá-las”.
Foi o que disse meu sábio padrinho. Isso ele comentou pois está em uma luta para ser melhor. Pois tem o seu objetivo para determinada virtude. E nada mais verdadeiro. De fato, Deus pode permitir tais circunstâncias para nos esforçarmos. Mas também concede a sua graça com Sua força para nos sustentar. E por ato de fé, isso é muita coisa.
Outra coisa é o começar e recomeçar nos jogos. E aí, deixar algo mais fácil apenas para passar, ou tentar várias vezes até passar, tendo a oportunidade – com a experiência – de crescer? É o momento para crescer e adquirir várias estratégias até superar determinada fase/dificuldade. Assim como não seria conveniente “descer” um nível no jogo, menos ainda o é na vida, pois isso não é nem possível. Aí acontece o crescimento.
E quanto nos ajuda neste caminho alguém que pode nos dizer – com amor e respeito – que estamos indo bem, não obstante os desafios que enfrentamos, ou o sentimento de se sentir insuficiente.
Isso me lembra, de quantas vezes já me cobrei de maneira excessiva ou baseava a minha vida na pressa excessiva para as coisas darem certo.
Na vedade, custa entender e viver o ditado:
“Tudo o que nos acontece nos favorece, se a gente não se aborrece e ainda agradece”.
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