Mesmo que não se queira: tornar-se protagonista

Para que alguém melhore de quadros depressivos é preciso que se quebre a inércia de “certos” pensamentos, sentimentos e comportamentos. Começando por este último, quebrar o ciclo de manutenção.

Imagine: não dá para ter os mesmos resultados com os comportamentos de sempre. Por isso, a elaboração do quadro de atividades que sejam prazerosas e/ou gerem satisfação são tão importantes. A pessoa já passa a ver a sua vida com novas cores e experiências. Ou seja, já consegue, ir mudando, inicialmente, o rumo das coisas, mesmo que não quisesse fazer determinadas coisas. Esta é uma das intervenções-chave.

A seguir o que se pensa e o como se pensa é posto em xeque. Sim. Uma vez que a terapêutica avança, o pensamento, bem como sua estrutura, princípios, tudo aquilo que seja disfuncional e possa gerar sofrimento é melhor sondado. Depois é sugerido formas alternativas de se perceber e interagir com o mundo, com o futuro e, inclusive, consigo mesmo. Uma vez que isso repercute na forma como sente e também se comporta.

Se antes a pessoa já pôde vir a experimentar uma nova comprovação de sua eficácia a partir do nível comportamental, com o seus pensamentos e sentimentos alinhados à realidade, devido a uma postura protagonista, agora ela recobra a sua saúde de forma gradual e completa. Mas já não mais como antes. Agora sabe conduzir muitas coisas coisas acerca de si mesma.

 

Por hoje isso é tudo.

 

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