Refletia alguns dias atrás sobre um receio de burnout. E como sempre gosto de pesquisar a respeito, refletir, e até mesmo escrever.
Tinha respondido “sim” para minha indagação. Já que havia experimentado momentos de estresse em outros momentos da vida e não foi nada bom.
Mas comparando quem fui e quem sou, vejo que é aí que entra a moderação. Mesmo que o trabalho seja muito agradável, ou não. Pelo bem de nossa saúde física e mental, pelo tempo com os nossos e pela melhor qualidade e rendimento, precisamos fazer algo.
A moderação e a ordem, fazer mais em menos tempo, deixar de perder tempo com aquilo que pode ser visto depois (ou até mesmo nem precisa ser visto), foi – e é – para mim um estratégia eficiente. Digamos: é a regra agora. As coisas tem seu devido lugar e o seu devido tempo.
De toda esta reflexão fez parte a minha esposa, minha família, para a qual também trabalho, mas que na verdade me lembra: “não vivo somente para trabalhar”. Se você estipular 8 horas de trabalho, que sejam boas horas. Se precisar trabalhar mais, e não tiver escolha, trabalhe bem, sem pressa, dê pausas. Faça disso algo como um compromisso inviolável, nem mais, nem menos. Se sairá melhor.
Por hoje isso é tudo.
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