Que tal um limite? Que tal uma finalidade? Que tal substituir por outra coisa?
Veja como isso lhe prejudica, se em excesso, te irrita, vicia… Não sabe outra coisa fazer?
Mesmo que seja necessário as telas, por que não menos telas? Por favor.
Isso me lembra sobre o “jejum” de telas que certa feita li:
Na semana, escolha um dia para ficar sem telas.
No mês ou a cada três meses, escolha de dois a três dias para ficar sem telas.
No ano, escolha, uma semana semana para ficar sem telas.
É uma proposta ousada, e aqui estou adaptando. Mas aí você pode fazer o seu “ajuste personalizado”: ficar sem nada de telas, em absoluto. Ou, ao menos, com o WhatsApp para mensagens urgentes e/ou necessárias.
Claro, durante dias normais, você pode adotar estratégias úteis, como deixar o celular um pouco mais longe; mexer depois do café apenas; até às 21 horas (ou um horário que seja compatível contigo); dentre outras estratégias.
Faz alguns meses que tenho escrito primeiro em meu diário e depois passado para o Substack (plataforma que mando e-mails) e Instagram. Isso me favorece ficar menos tempo nas telas e ter um propósito/finalidade mais claro com as telas.
Mas aí é contigo. Uma vida off e/ ou sem telas, em absoluto, é algo muito radical. Talvez seja para poucos. Não precisa ser assim nos mínimos detalhes, e está tudo certo.
Isso me lembra quando ouvi dizer que alguém entrava na internet ou nas redes sociais apenas para “atirar” os conteúdos produzidos. No caso, entrar com propósito e moderação. Penso ser um jeito que eu também levo para meu trabalho e vida pessoal. Que na verdade é a mesma vida.
Por hoje isso é tudo.
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