Como ter uma vida mais autêntica e realizada?

Mais uma vez procuro escrever sem excessiva pressão para encontrar mais tempo de escrita e assim o aperfeiçoamento de estilo.

Minha defesa de mestrado será na próxima terça-feira, 26, às 09 horas. Estou mais focado. Ter uma coisa marcada faz com que tenhamos senso de urgência. Estou trabalhando bem assim. Posso dizer que estou me superando.

É verdade, porém, que preciso de um tempo de refúgio para mim, especialmente para escrever. Nem que sejam poucos minutos. E como que me fazem bem.

 

****** Insiro o centro da reflexão (como sempre faço após uma introdução)

Quero aprender a perder, cada vez mais, menos tempo com aquilo que não preciso e não quero. A consequência natural é ter mais tempo com o que preciso e com o que quero. Exatamente nesta ordem. Desejar pôr o querer na frente do que se precisa poderia mostrar indícios de imaturidade. Com isso quero dizer: a falta de responsabilidade, caráter, moleza, doação, etc.

O querer pode e – deve vir – dentro de nossas possibilidades.

No mais é uma grande vantagem eliminar o que não precisamos e o que não queremos fazer. É o primeiro passo para conquistar uma vida melhor. Depois, a constância no hábito que precisamos e queremos fazer definirá o resto.

Posso presentir que alguns entendem mal o que digo. Por exemplo: o que precisamos fazer está naquilo que devemos fazer, mesmo que não se queira por vezes. E não é porque não queremos fazer que não faremos.

Quando me refiro às coisas que não precisamos fazer ou não queremos fazer ou não queremos, digo no fundo, como são Paulo: há coisas que desejamos fazer e não fazemos, e o que não queremos acabamos fazendo.

Somos paradoxais. Mas o que escrevo é sobre eliminar de nossas vidas coisas desnecessárias, de fato, e abraçar coisas significativas, duradouras.

Para que fique ainda mais claro. Preciso, agora, trocar uma fralda, e não rolar feeds, sem sentido. Para onde isso me leva? O primeiro é o que se precisa e nem sempre queremos fazer. O segundo caso é aquilo que “queremos” fazer no momento, mas não precisamos, ou ainda, “não queremos”, os frutos disso (de uma dependência digital). Acabamos, é verdade, sendo entorpecidos.

Agora, trabalhar bem, estudar, se cuidar, ler, ter um hobby, são coisas que podem ter mais sentido. A princípio podemos não querer, não precisar. Apenas quando entendemos os bons resultados é que desejamos. É a inteligência que puxa a vontade. A partir disso se trabalha bem com sentido, estuda-se e se lê para que a cultura adquirida frutifique e nos divirtamos com algum hobby que se descobre com a “descoberta” de si mesmo e assim o tempo e a vida são transformados.

O que quero dizer é sobre a saída do automático. Quando saímos, a vida é diferente e muito melhor. Minha vida e tempo, sendo dons, rendem, e precisamos dizer ao mundo que fazer o que se precisa e o que se quer é um ingrediente para a felicidade. Coisa imensa que todos desejamos.

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