Temos tomadas de decisões diariamente, nas pequenas e nas grandes coisas. Desde o vestuário que colocamos pela manhã, até um juíz que decide pela prisão ou soltura de um condenado/suspeito.
Portanto, há decisões mais fáceis e outras mais difíceis. Há decisões que não impactam tanto as pessoas assim, como há aquelas que influenciam até mesmo o mundo.
Sim. Falamos de algo importante. E não, você não pode deixar de escolher. Isso se justifica porque é algo inerente à condição humana a liberdade, a qual a responsabilidade individual clama (ou assim deveria) pela autoria de tudo que fizemos.
O tio Ben (do Homem-Aranha) já nos disse: “Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”. E isso se aplica para nós. Afinal seria uma tremenda libertinagem (usar mal a liberdade), querer fazer tudo e por nada se responsabilizar.
Portanto, frente a isso, saber resolver problemas – e se perceber protagonista das decisões – é fundamental. Nem sempre é conveniente omitir ou adiar – desnecessariamente – uma decisão. Para isso dou um passo a passo.
1- Identificar problema;
2- Gerar diversas alternativas que podem ser feitas (pensar em todas as possibilidades mesmo as mais “diferentes”);
3- Medir a eficácia (prós e contras) de cada alternativa;
4- Escolher a alternativa;
5- Tomar a decisão na prática;
6- Avaliar o resultado.
O interessante é que esse processo guarda muita semelhança com a virtude da prudência.
No meu canal, você pode acessar uma live que fiz sobre a prudência. Acesse o link aqui.
Coincidentemente, ou providencialmente, é um processo, que conforme você realiza, como uma arte, você vai conseguindo aperfeiçoar. E isso envolve lidar com riscos, mas também conquistar uma segurança suficiente, e não padecer por não se decidir.
Até breve.
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