Um quadro tem seus limites

Lembro de alguém dizer sobre a beleza de um quadro, um quadro que tem seus limites. Limites estes os quais garante o cumprimento da finalidade, da natureza dele. Sem a existência destes contornos ou molduras ele não teria sua beleza.

 

Portanto, um quadro no retrato é – obviamente – um quadro no retrato.

Fiz memória desta comparação, desta imagem, pois gosto muito, mas também porque pensava sobre os limites que temos.

De fato, podemos fazer muita coisa, mas tudo não é possível. Como já mencionei, precisamos nos habituar a dizer alguns “nãos” e aceitar isso, sem inquietação ou revolução. Às vezes na vida encontramos alguns momentos que parecem que nos superam e não temos outra saída. Resta a paciência.

Então, dentro dos limites que podemos vir a ter, reais e não superestimados, vivamos da melhor forma possível, em busca de ser melhor cada vez mais.

Os desafios que atravessamos nos forjam, eu tenho os meus e você tem os seus, mas fortalecem e nos preparar para sermos melhores.

Ora, se estou procurando melhorar, a cada dia, me parece que é só uma questão de tempo e perseverança.

A paciência – como se diz – tudo alcança.

Vejo você em breve.

Artigos como esse sempre, e primeiro, em seu e-mail, clique no botão abaixo. 

Gostou deste texto? Compartilhe.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia outros textos

Contato