Como eu venho aplicando a TCC em (meu) diário

O diário é uma forma de você se colocar por inteiro em palavras, isto é, sem reservas.

 

Eu tenho experimentado isso em minha vida. E ontem ouvi relato de um paciente que havia “zerado” a cafeína (pois tomava em excesso) e começou a escrever.

Não é sobre ter ambição exclusiva no quesito literário, mas saber que se tem algo a dizer (aliás, este é nome do meu livro, em e-book, clique aqui para conhecer). Este algo a dizer é que habita nos pensamentos e muitas vezes temos a tendência a pensar muito, a ruminar as coisas.

Graças ao meu convite, este paciente começou a escrever, sem regras, sem grandes expectativas, mas apenas querendo colocar os pensamentos e sentimentos para fora. E assim o fez, com o seu próprio estilo.

E por falar destas coisas – ou melhor, escrever – ele percebeu que o que pensava não rondava mais seus pensamentos de forma excessiva, e também experimentava a diminuição da ansiedade e considerável tranquilidade.

A Terapia Cognitivo Comportamental (TCC), quando aborda sobre escrever, propõe, dentre as técnicas existentes, o Registro de Pensamentos Disfuncionais (RPD), que já abordei em outras publicações, que nada mais é do que o descrever uma situação que se passou, bem como os seus pensamentos automáticos, emoções e comportamentos resultantes.

O pressuposto é que o paciente, ao escrever, instintivamente – ou espontaneamente – já comece a perceber que certas cognições (pensamentos) podem estar distorcidos, e até mesmo propor alternativas. O que gera, por consequência novas emoções, e um novo entendimento das coisas. Claro, isso tudo pode ser melhor discutido nas sessões e aprofundado.

Eu voltei a escrever por conta disso: por uma necessidade pessoal, mas também porque percebia que teria algo a dizer e ajudar as pessoas.

Quem sabe você também não começa (ou retorna) a escrever e um dia compartilha comigo os efeitos disso?

Tenho um vídeo sobre o artigo. Para assistir clique aqui

 

Até breve.

 

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