O possível no hoje
Entre o necessário, o possível e aquilo que é impossível, acredito que podemos ordenar as nossas ações a partir daquilo que é necessário.
Se olhamos para a ordem da vida, o necessário: Deus, cônjuge, família, filhos, trabalho e outros deveres e necessidades… precisamos pensar estratégias de ação. A perspectiva: encaixar os possíveis nos necessários. Explico.
Não se trata de se resignar em algo, nem se prender a um idealismo tão (tão) distante ou excessivo. Refletir: qual a minha realidade hoje? Minha rotina? Se trouxemos para realidade do itinerário de ser menos ansioso – e também mais maduro – eu posso pensar: o que é possível fazer? Parece-me que o possível é um muito mais alcançável, mais palpável em relação a uma grande meta.
Traduzimos, então, o possível como um passo, dois, conforme o “tamanho de minhas pernas”, de minha alçada. O que é conforme os meios que hoje disponho. Portanto, acredito que devemos fazer o possível no hoje.
Por hoje isso é tudo.
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