Imagino que das maiores alegrias que alguém pode ter, é gerar uma vida. Imagino um coração de um pai e de uma mãe que colaboram com Deus na criação.
Eu fico pensando no coração da santíssima Virgem Maria e o coração do castíssimo são José… Meu Deus, quanto ternura, que mistério, que alegria arrebatadora! Eles tinham diante de si, Deus feito carne… verdadeiro Deus e verdadeiro homem.
Homens e mulheres, experimentam inúmeras alegrias nesta terra de meu Deus, muitas dignas, honradas e próprias de seus estados de vida, outras nem tanto. Fato é que se tratam de alegrias temporais. Não as condeno. Elas são importantes sim. Nos ajuda a viver bem e com saúde.
Mas a verdadeira alegria é reconhecer que podemos possuir uma alegria infindável, duradoura… eterna, desde já. O Natal tem um sentido sobrenatural que toca o hoje de nossas vidas.
Pensemos, com Santo Afonso Maria de Ligório, Ele nasceu pequeno, frágil, dependente de seus pais, sendo em tudo como nós – exceto no pecado – para, um dia, morrer por nós. Ó grande amor de um Deus soberano, onipotente, onisciente e onipresente! Ele se apresenta pequeno para nos aproximarmos d’Ele, sem medo, mas com confiança.
Desejo que o mistério do nascimento de Jesus Cristo reine em seu coração hoje e sempre.
Feliz e santo Natal para você e sua família.
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