Na melhoria contínua, errar, querendo acertar, deve ser frequente e aceitável.
Tudo mundo já ouviu falar: “errar é humano”. É um dos ditados mais repetidos talvez. Mas de alguma forma, para muitas pessoas, o perfeccionismo é algo que impede o erro a qualquer custo. Desta forma, se tem um aprendizado muito lento, ou praticamente inexistente.
Vamos falar de algumas saídas para o (mal) dito perfeccionismo. É evidente, difere – e muito – de fazer algo bem feito – mas até chegar neste ponto, alguns erros são inevitáveis, e até necessários.
Desta forma, como costumo abordar, a mudança de mentalidade e crenças será o caminho. E é claro, um mudança que se comprova em duas vias: colocando-se em prática, e obtendo pequenos sucessos “consoladores”, o que garante um crescimento, e a partir de nosso novo pensar acerca de si, tentando novos voos.
O resultado esperado será aprender a “pegar mais leve”, entendo assim que se tem – a cada dia – perdas e vitórias. Como já ouvi dizer: é a vida acontecedendo.
O fato é: errar gera um desconforto. Mas tanto o erro quanto o desconforto podem passar por um certo processo de habituação. O que digo não para aceitar um erro e nele permanecer, mas para ousar fazer melhor.
O fruto do erro não deveria ser uma estagnação em lamúrias, medo, vergonha ou autocrítica impiedosa. Este sentimento presente, não sendo ignorado, mas desfortável, deve ser vivido, mas não exagerado.
Podemos constatar que não somos perfeitos e não somos – preste atenção – amados, ou não, por pessoas perfeitas. Estamos neste mundo e quem persevera é aquele que é salvo, ou até mesmo que consegue ir adiante, apesar dos seus erros.
Por hoje isso é tudo.
Artigos como esse sempre, e primeiro, em seu e-mail, clique no botão abaixo.






