A necessária postura de colocar limites.
Algumas pessoas tem dificuldades com limites. Seja para si mesmas, seja para outras pessoas, seja para dar, seja para receber… limites são necessários. Quando isso não acontece, algo como uma “queda mortífera” se manifesta, pois se experimenta um constante incômodo e um desgaste indescritível.
O monitoramento de si mesmo deve ser constante para se dizer “chega”, ou “até aqui”. Normalmente as circunstâncias dizem muita coisa, gritam – por vezes – mas podemos, ainda assim, relutar em abraçar uma verdade acerca de si. Vejamos.
O que é importante para você? Deus, família, trabalho, saúde? Examine a sua consciência? O que está deixando de ser feito? Escreva, se for oportuno.
Outra perspectiva: será que em um relacionamento estou sabendo dar limites ou recebê-los? Essa é outra questão importante.
Limites são educativos e precisamos construir o hábito de tê-los e mantê-los. Como acontece em uma estação de metrô ou em um precipício. Há um local até onde posso ir. O mesmo acontece na esfera emocional e física, mesmo que não vejamos – de forma objetiva – em nós ou nos outros. O fato é que isso existe e é urgente dar limites antes que a panela estoure. Pelo teu bem e dos seus.
Na verdade, a referência – ou um norte – para estabelecer nossos limites deve guardar íntima relação com o entendimento das coisas que são as raízes de nossa ansiedade, ou também pela busca da harmonia de nossa vida com base em nossos valores morais e transcendentes.
Isso tem muito sobre autovalorização. Digo a respeito de abraçar a vulnerabilidade de aceitar os limites.
Digo alguns “nãos” para abraçar “sins” que tenham maior relevância e estejam numa hierarquia com mais sentido para mim, como família e amigos.
Por hoje isso é tudo.
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