Resposta a escudo do holofote.
A imagem versa sobre o que havíamos dito: dar-se a conhecer de forma moderada e gradual: tal com o pisca-pisca. Veja, as luzes brilham à noite, de forma que com razoável claridade nos satisfazemos com a sua beleza.
Nossa autora, Brown, aponta que ser vulnerável é uma coisa, e usar a vulnerabilidade é algo bem diferente, na verdade é também uma espécie de defesa. Quem me acompanha tem clareza disso.
O desespero pode tomar conta e ser uma das causas daqueles que se expõem excessivamente. A autora toma uso do amor-próprio, mas junto a este uso a necessidade de um pudor, no sentido estrito de reservar a si mesmo para os outros que podem nos escutar e assim o querem de fato.
A autora recomenda que o compartilhamento de vida se dê a partir de dois critérios sensatos:
1- Aquilo que já foi trabalho em si e foi resolvido e
2- Para ensinar e/ou fazer um processo avançar, mas… se abrir com a ciência – ou intenção – de não tentar preencher carências.
Veja, eu compartilho contigo os conhecimentos que estudo e preparo com muito esmero. Mas também compartilho minha vida. Há alguém real por aqui.
Pode ajudar também você as seguintes perguntas:
a) Por que estou contando isto?
b) Que resultado espero?
c) Que emoções estou experimentando?
d) Minhas intenções estão alinhadas com meus valores?
e) Há algum resultado, reação ou falta de resposta que irá ferir meus sentimentos?
f) Esta minha exposição está a serviço da criação de um vínculo?
g) Estou pedindo às pessoas em minha vida aquilo de que genuinamente preciso?
A respostas que surgirem para estas perguntas poderam ajudá-lo a deixar as intenções mais claras, impor limites (para si mesmo e para os outros) e também cultivar melhores vínculos.
Por hoje isso é tudo.
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