Tremendos aborrecimentos, tremendas oportunidades

Sim, oportunidades.

O homem da foto, não é ninguém menos que São Josemaria Escrivá. Se você ainda não o conhece, fica a oportunidade (perdoe-me a insistência no uso da palavra, é que tive a oportunidade, é que não pensei em outra melhor). Talvez faça-lhe muito bem e você aprendará muito, assim como eu. Vai por mim.

Eu meditava hoje (no dia que escrevi o post), dia 08 de fevereiro de 2024, sobre um dos pontos de umas da suas excelentes obras, Caminho. Neste ponto estava escrito – não literalmente: “Não digas que esta pessoa lhe aborrece, mas pensa: esta pessoa me santifica”.

Aí está a oportunidade que apreendi deste ponto. E em nossas vidas podemos perder tantas vezes não tivermos o espírito da coisa.

Seja com pessoas que convivem conosco, familiares ou não, sejam com tarefas, ou circunstâncias… você conhece a sua realidade tão bem como eu conheço a minha.

O curioso é que há sim um mecanismo neurológico dentro em nós que pode orientar tudo isso e muitas vezes nem sabemos. Se olho alguma coisa e interpreto como uma ameaça – não necessariamente à minha integridade física, posso me comportar de determinada maneira na defensiva, aborrecido, sem vida etc. Mas se interpreto como oportunidade para abraçar algum (ns) ideal (is), então o jogo vira.

Se considerarmos que a santificação humana seria uma maturidade espiritual, o quanto a maturidade humana/afetiva deve fundamentar aquela! Aqui que aparece o exercício das virtudes humanas: paciência, moderação, fortaleza, temperança… etc.

Falaremos mais disso em breve. É um assunto que amo, por sinal.

Por hoje isso é tudo.

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