Sobre a exaustiva evitação

O que compensaria a curto e a longo prazo?

 

A imagem ilustra alguns caminhos que um trem pode fazer. O operador dos trilhos pode muito conduzir o “norte” e o futuro do caminho do trem. Pode evitar uma colisão ou pode levá-lo a um caminho desejado.

Outro exemplo, quando acionamos vários dispositivos no carro, o que produz considerável conforto – e evita possíveis desconfortos, pode diminuir o rendimento do carro. Para os homens a evitação pode ter um caráter que guarda considerável analogia.

Quando há uma evitação constante de situações ansiosas e também da vulnerabilidade, há também um alto gasto de energia. Lembro-me de – em algum lugar – ter visto uma citação de Jordan Peterson a respeito. Você evitar algo proporcionaria certo conforto, mas a coisa ainda estaria ali e retornaria.

Por isso que a curto prazo, tentar evitar – ou controlar- situações desconfortáveis tem os seus benefícios. É inquestionável. Mas a longo prazo, é como uma longa conta a se pagar. Parece infindável.

Brown, na íntegra de sua colocação, expõe: “Costumamos nos desviar do conflito, do desconforto, da possível confrontação, do potencial de passr vergonha ou ser magoado e da crítica (seja a autocrítica ou a que os outros nos dirigem)”.

Veja, é também como uma atitude de ziguezaguear, a qual leva um indivíduo a se esconder, fingir, evitar, procrastinar e mentir.

A verdade é que este escudo acaba sendo demasiado exaustivo.

 

Por hoje é isso.

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