De forma íntegra na arena da vida.
Na minha trajetória como músico, lembro-me de um episódio de que, em uma aula de guitarra, ter ouvido de meu professor para tocar mais alto. Na situação, eu estava fazendo um exercício. Então, por medo de errar eu tocava baixo. Meu professor tinha me advetido para tocar em alto e bom som, anunciando que quem estava tocando estava de fato ali, acertando ou errando.
A moral da história, e generalizando para outros casos da vida, é que na arena da vida precisamos entrar com ousadia, dando-se a conhecer, dando “a cara a tapa”, como se diz.
O fato é que estaremos sujeitos às críticas, seja como for – já falei a respeito, e reitero neste texto – e que funcionam, simultaneamente, como defesa e como arma. Aqui ressalto a crítica, não como um feedback necessário, ou comentário que busca o bem – verdadeiro – da outra pessoa, mas um depreciação gratuita, cuja presença é acompanhada da desconfiança, frieza e crueldade.
Agora você entende melhor a imagem escolhida, não?
De certa forma, a pessoa ousada atrairá para si admiração mas também pessoas incomodadas. Talvez porque ousar seria um ideal inalcançável para muitos? Não sei exatamente.
Tais ingredientes podem ter suas várias expressões ou facetas, mas não é o nosso intuito expressá-los detalhadamente. Apenas saber de suas existências já consideramos o suficiente para que nossa vida tenha uma nova boa ótica… e sejamos melhores.
Em breve retornamos com a resposta deste texto.
Por hoje isso é tudo.
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