Nem tanto ao céu, nem tanto à terra

A justa medida da crítica na vulnerabilidade.

 

O ponto do equílibrio é constantemente apresentado aos meus pacientes. Não é bom algo de forma escassa, e nem algo em excesso. Talvez a exceção a isso seja a caridade: uma vez que “a medida do amor é amar sem medidas”.

Quanto à receptividade das críticas, a maturidade e o tempo nos ajudará a discernir o que de fato é conveniente e o que não é – ou não deveria ser. Sendo bem sincero, precisamos colocar os “pontos nos is” quanto isso.

Por isso, nem desprezar completamente o que disserem de mim, nem abraçar tudo o que disserem, ou seja, aceita-se a crítica construtiva, e se filtra os ataques mal-intencionados. Por isso que a analogia pertinente é a corda bamba. Pontuemos algumas reflexões e critérios.

O discernimento exige esforço, e ao mesmo tempo a prática deste hábito – mental, por assim dizer – vai se consolidando.

Outro ponto é compreensão da motivação da crítica e o que fazer exatamente. Algumas questões ajudam:


1- O que motivaria os ataques das pessoas (como já comentamos)?
2- O que de fato representa o próprio senso de valor ?

As estratégias também podem funcionar:

1- Conversar com pessoas de confiança;
2- Pedir o que se precisa e
3- Só aceitar conselhos de quem está na arena da vida vivendo autenticamente.



Por hoje isso é tudo.

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