Aos nossos lados e sempre frequente.
Já mencionei em uma das lives que a solidariedade, a disposição para servir, a busca pelo bem do outro, é um sentido que pode vir a aflorar e mexer profundamente conosco. Assim, pensamos: “precisamos fazer alguma coisa”. É como um apelo.
O maior sacríficio – e do qual colhemos seus frutos até hoje – é o de nosso Redentor, que se fez, ao mesmo tempo, altar, sacerdote e cordeiro. Graças a Ele tamanho fato não é mais necessário. Assim ele nos ensinou – e ainda nos inspira – que é grande a obra de dar a vida. E o bom discípulo é como o seu mestre.
Acontece que ainda hoje o sacríficio acontece, mesmo que esteja fora de moda – ou tenha outras denominações. Quem não deseja passar em uma federal, enriquecer ou algo do tipo… Pode haver ambições humanas e até nobres, mas sem o amor o que seria?
As pessoas ainda abraçam o sacríficio por amor? Seria um grande estudo para os tempos atuais, eu acredito.
Sacrificar-se por alguém, por um ideal, por algo que os transcende, e que pode – literalmente – os chamar a dar a vida, ainda existe. Mesmo que não ouçamos falar: são os sacríficios cotidianos em três adjetivos: anônimos, silenciosos e escondidos.
Não acredito que a verdade desses conceitos devesse ser abandonada mas sim louvada e afirmada nos quatro cantos do mundo. Acho que vale muito a pena.
Por hoje isso é tudo.
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1 Comentário
[…] tudo me leva a dizer do “sacrifício escondido e silencioso” (outro artigo, leia aqui), que nos faz ser “mártir sem morrer”. Isso tudo sem vitimismo e sem desfigurar o rosto, como […]