Unidade de vida

Sobre o que se vive e se diz. 

 

Uma vez que se mistura café com o leite, há duas subtâncias inseparáveis, que são apenas uma agora.

Acredito pessoalmente que a vivência de uma autêntica moral, juntamente com os seus valores, quando é colocada na prática, é algo que reflete uma maturidade de alguém que abraçou a sua vulnerabilidade. O alinhamento disso é essencial.

A isto me refiro como unidade de vida.

No sentido lato (amplo), esta unidade expressa para o mundo alguém que viveu uma autêntica mudança. Logo, a sua vida e palavra tem um grande peso. Por isso que esta qualidade é tão essencial em diversos lugares, ou até mesmo – ouso dizer – em todos os lugares onde existem pessoas e relacionamentos.

Há um caminho entre dar o que se tem e é, e nada dar de verdadeiro. Explico. A boca fala do que o coração está cheio, e a vida reflete a boca e o coração. Ou assim deveria ser conforme vos apresento. Há um caminho entre quem sou agora (a realidade) e o (ideal) quem eu quero ser.

Assim, quando há integridade na vida, as coisas são diferentes. E para melhor.

Um exemplo disso é quando os líderes, pais, líderes religiosos, desejam algo e isso não acontece, sobretudo em relação a si mesmos. Deseja-se honestidade e integridade, mas o “jeitinho” é aquele que dá a última palavra, arrumam-se pretextos, e a ruína está feita. Deseja-se respeito, limites e irresponsabilidade, mas ação é outra coisa. Quantas pessoas se deixam levar por esta péssima ilustração!

Considerando a fraqueza humana, o fato é que esta lacuna de valores e ações talvez nunca esteja totalmente desfeita. Então, o propósito pode ser diminuir o quanto possível. Dessa forma, o exemplo manifesto se articula com os verdadeiros vínculos humanos.



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